Câmara de Caxias debate intervenção federal na Baixada

Foto: Jornal Capital Caxias_A Câmara de Duque de Caxias reuniu autoridades, políticos e policiais para debater a questão da violência e a intervenção federal na Baixada Fluminense. O evento aconteceu nesta segunda-feira, dia 9, e contou ainda com entrega de comendas a personalidades que lutam em prol da segurança pública.

- Recebemos todos de braços abertos para debater um tema tão importante, que é a segurança pública e a questão da intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro. Nós, que somos moradores preocupados com a nossa Duque de Caxias, temos o papel importante de buscarmos o melhor para a população. A cidade tem altos índices de violência, mas também tem uma polícia comprometida trabalhando para mudar essa realidade e nós temos que fazer a nossa parte - disse o presidente da Câmara, Sandro Lelis (PSL).

QUESTIONAMENTOS

- É muito importante debatermos principalmente a intervenção federal, que me preocupa por ter acontecido sem planejamento, sem o orçamento necessário e não tem dado os resultados esperados - ressaltou Marcos Tavares (PSDC). “Quero saber como está a questão da intervenção federal e como está a segurança hoje. Embora não seja de competência municipal, o que podemos fazer enquanto legisladores para nos mobilizar em relação à segurança?”, indagou Leide (PRB), autora da proposta do evento.

Vice-presidente da Comissão de Segurança da Câmara, Valdecy Nunes (PP) quis saber: “Quando as forças armadas irão atuar na Baixada Fluminense? Acompanhamos estarrecidos tudo o que vem acontecendo na Baixada e nenhum planejamento é feito. Temos que pensar uma forma melhor de fazer segurança pública porque o modelo atual é ineficaz, estamos enxugando gelo. É preciso endurecer as leis e fazer com que sejam cumpridas, eu jogo essa responsabilidade ao Congresso”.

“O problema do nosso país é social, político, econômico e encontra ressonância nos nossos jovens. Nós temos várias ferramentas de mudança, educação é uma e política é outra. Não digo que essa intervenção não foi válida e não quero vê-la como ato político, prefiro acreditar que veio com objetivos positivos. Vamos seguir fiscalizando e cobrando”, destacou Beto Gabriel (PV). “Essa é a terceira reunião que fazemos sobre segurança pública este ano nesta Casa, pois é sempre um debate importante. Mas, entendemos muito pouco da intervenção federal e vemos poucos resultados”, acrescentou Wendell (PCdoB).

O evento contou ainda com a presença do secretário Municipal de Políticas de Segurança Pública, Robson André; do relator do decreto da intervenção federal no Rio de Janeiro, senador Eduardo Lopes; da deputada federal Rosângela Gomes; do Membro do Conselho Comunitário de Segurança de Duque de Caxias, Osmar de Paiva; e da subcomandante do 15º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Daniele Neder.

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