coluna saude roberto daiub

Síndrome de Down (Trissomia do Cromossomo 21) (Parte Final)

Deficiências de hormônios tireoideanos são mais comuns em crianças com síndrome de Down do que em crianças normais. Entre 15 e 20 por cento das crianças com a síndrome têm hipotireoidismo. É importante identificar as crianças com síndrome de Down que têm problemas de tireóide, uma vez que o hipotireoidismo pode comprometer o funcionamento normal do sistema nervoso central.

  • Categoria: Saúde

Acidente Vascular Cerebral (final)

Para que o paciente possa ter uma melhor recuperação e qualidade de vida, é fundamental que ele seja analisado e tratado por uma equipe multidisciplinar de profissionais da saúde como fisioterapeutas, médicos, psicólogos e demais profissionais. Seja qual for o tipo do acidente, as conseqüências são bastante danosas. Além de estar entre as principais causas de morte no mundo todo, o AVC é uma das patologias que mais incapacitam para a realização das atividades cotidianas.

Conforme a região cerebral atingida, bem como de acordo com a extensão das lesões, o AVC pode oscilar entre dois opostos. Os de menor intensidade que praticamente não deixam seqüelas e os mais graves, todavia, podem levar as pessoas à morte ou a um estado de absoluta dependência, sem condições, por vezes, de nem mesmo sair da cama.

A pessoa pode sofrer diversas complicações, como alterações comportamentais e cognitivas, dificuldades na fala, dificuldade para se alimentar, constipação intestinal, epilepsia vascular, depressão e outras implicações decorrentes da imobilidade e pelo acometimento muscular.

Um dos fatores determinantes para os tipos de conseqüências provocadas é o tempo decorrido entre o início do AVC e o recebimento do tratamento necessário. Para que o risco de seqüelas seja significativamente reduzido, o correto é que a vítima seja levada imediatamente ao hospital. Os danos são consideravelmente maiores quando o atendimento demora muito para ser iniciado.

  • Categoria: Saúde

Síndrome de Down (Trissomia do Cromossomo 21) (Parte 2)

Algumas das características físicas das crianças com síndrome de Down são: achatamento da parte de trás da cabeça, inclinação das fendas palpebrais, pequenas dobras de pele no canto interno dos olhos, língua proeminente, ponte nasal achatada, orelhas ligeiramente menores com implantação mais baixa no crânio, boca pequena, tônus muscular diminuído, ligamentos soltos e mãos e pés pequenos.

            Aproximadamente cinqüenta por cento de todas as crianças com a síndrome têm uma linha que cruza a palma das mãos (linha simiesca), e há, freqüentemente, um espaço aumentado entre o primeiro e segundo dedos do pé. Freqüentemente estas crianças apresentam mal-formações congênitas maiores, sendo as principais as alterações do coração (30-40% em alguns estudos), especialmente canal atrioventricular, e as mal-formações do trato gastrointestinal, como estenose ou oclusão do duodeno (intestino) e/ou imperfuração anal .

As crianças com síndrome de Down necessitam do mesmo tipo de cuidado clínico que qualquer outra criança. Contudo, há situações que exigem alguma atenção especial. Oitenta a noventa por cento das crianças com síndrome de Down têm deficiências de audição. Avaliações audiológicas precoces e exames de seguimento são indicados. Trinta a quarenta por cento destas crianças têm alguma doença congênita do coração. Muitas destas crianças terão que se submeter a uma cirurgia cardíaca e, consequentemente dos cuidados de um cardiologista pediátrico por longo prazo.

             Crianças com síndrome de Down freqüentemente têm mais problemas oftalmológicos que outras crianças. Problemas oculares como estrabismo, miopia, e catarata precoce são freqüentemente observadas em crianças com a síndrome.

             Outra preocupação relaciona-se aos aspectos nutricionais. Algumas crianças, especialmente as com doença cardíaca severa, têm dificuldade constante em ganhar peso. Por outro lado, obesidade é freqüentemente vista durante a adolescência. Estas condições podem ser prevenidas pelo aconselhamento nutricional apropriado e orientação dietética preventiva.

  • Categoria: Saúde

Acidente Vascular Cerebral (parte 1)

acidente vascular cerebral, ou derrame cerebral, ocorre quando há um entupimento ou o rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea adequada.

Existem dois tipos de AVC que podem acometer o paciente separadamente, ou em conjunto, que são classificados como: Isquêmico (entupimento dos vasos que levam sangue ao cérebro) e Hemorrágico (rompimento do vaso provocando sangramento no cérebro).

Os principais sintomas do AVC são:

Diminuição ou perda súbita da força na face, braço ou perna de um lado do corpo;

Alteração súbita da sensibilidade com sensação de formigamento na face, braço ou perna de um lado do corpo;

Perda súbita de visão num olho ou nos dois olhos;

Alteração aguda da fala, incluindo dificuldade para articular, expressar ou para compreender a linguagem;

Dor de cabeça súbita e intensa sem causa aparente; Instabilidade, vertigem súbita intensa e desequilíbrio associado a náuseas ou vômitos.

O tratamento e a reabilitação da pessoa vitimada por um AVC dependerá sempre das particularidades que envolvam cada caso. Há recursos terapêuticos que podem auxiliar na restauração das funções afetadas.

  • Categoria: Saúde

Síndrome de Down (Trissomia do Cromossomo 21) (Parte 1)

A síndrome de Down é a forma mais freqüente de retardo mental causada por uma aberração cromossômica. É causada pela ocorrência de três (trissomia) traços no cromossoma número 21, na sua totalidade ou de uma porção fundamental dele, quando só deveriam ocorrer dois traços cromossomiais. Trata-se de uma síndrome com uma combinação específica de características fenotípicas que inclui retardo mental e uma face típica, e trata-se de uma das anormalidades cromossômicas mais comuns em nascidos vivos.

  • Categoria: Saúde

Doenças das artérias periféricas

A doença arterial oclusiva inclui a doença das artérias coronárias, que pode provocar um infarto e a doença arterial periférica, que afeta a aorta abdominal e os seus ramos principais, assim como as artérias das pernas.

As pessoas com a doença arterial periférica têm, habitualmente, aterosclerose, uma doença na qual a gordura se acumula por baixo do revestimento da parede arterial e estreita gradualmente a artéria.No entanto,uma oclusão arterial parcial ou completa pode ser o resultado de outras causas, como um coágulo sanguíneo.

Quando se processa o estreitamento de uma artéria, as partes do organismo que ela irriga recebem um fluxo sanguíneo insuficiente. A consequente diminuição da provisão de oxigénio (isquemia) pode manifestar-se subitamente (isquemia aguda) ou de forma gradual (isquemia crónica) causando principalmente dor no local da lesão.

Para ajudar a prevenir a doença arterial periférica, deve reduzir-se o número de fatores de risco da aterosclorose, como o hábito de fumar, a obesidade, a hipertensão e os valores altos de colesterol. Outra causa importante de doença arterial periférica é o diabetes, e por isso um tratamento adequado dessa doença pode retardar o desenvolvimento da insuficiência arterial periférica.

Uma vez que a doença arterial se manifeste, o objetivo principal é o tratamento das complicações (dor nas pernas ao caminhar, angina de peito, arritmias do coração , insuficiência cardíaca, infarto agudo do miocárdio e insuficiência renal).

  • Categoria: Saúde

Câncer de Próstata

A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza abaixo da bexiga, sendo responsável pela produção de parte do sêmen. O câncer de próstata atinge principalmente os homens acima de 50 anos de idade. O aumento de sua incidência na população é também uma decorrência do aumento da expectativa da vida verificada ao longo deste século. Pode ser curável quando detectado no início.

  • Categoria: Saúde

Asma x Bronquite

Do ponto de vista clínico, existe uma certa sobreposição de sintomas. A característica básica da asma é ser uma doença que se manifesta em forma de crises provocadas por broncoconstrição, isto é, um fechamento das vias aéreas por inflamação e contração da musculatura. Se o mal-estar for passageiro e, vencida a crise, a pessoa voltar absolutamente ao normal, é asma.

Já a bronquite se distingue pela ocorrência de tosse produtiva crônica, com catarro, por mais de três meses num ano, durante dois anos consecutivos. A confusão existe porque bronquite crônica também pode ocasionar broncoconstricção que dificulta a respiração e produz sintomas semelhantes aos da asma como falta de ar e chiado no peito. A diferença fundamental, porém, é que a crise asmática é reversível. Às vezes passa espontaneamente, embora sempre demande cuidados. Há dois tipos de tratamento: o indicado para a manifestação aguda, o ataque de asma, e o tratamento de manutenção.

Em todos os casos procure consultar um pneumologista para melhor acompanhamento e diminuição das crises, e seja adepto de algumas orientações simples como principalmente parar de fumar.

  • Categoria: Saúde

Síndrome Metabólica

Ao longo do tempo, a urbanização trouxe grandes benefícios à população, aumentando a expectativa de vida, a disponibilidade de alimentos e a melhora nos meios de transporte. Porém, esses benefícios acarretaram mudanças no estilo de vida, como o consumo elevado de gorduras, menor grau de atividade física, estresse e tabagismo. Essas mudanças, por sua vez, provocaram elevação da ocorrência de diabetes, hipertensão e obesidade fazendo das doenças cardiovasculares a principal causa de morte no mundo.

  • Categoria: Saúde

Transtorno de Personalidade Boderline (TPB)

Transtorno caracterizado por desregulação emocional,e relações caóticas. Pessoas com personalidade boderline (TPB), podem possuir um humor instável e  tendência a um comportamento briguento, também  acompanhado por impulsividade sobretudo autodestrutiva, manipulação e chantagem emocional, bem como sentimentos crônicos de vazio e tédio.Indivíduos borderlines podem ser pessoas que cresceram com um grande sentimento de não ter recebido atenção suficiente. Eles geralmente agem como crianças revoltadas, e buscam caminhos para procurar essa falta de atenção em suas relações; porém, esses caminhos são essencialmente imaturos e anormais.Esses indivíduos são aparentemente vistos como “rebeldes”, “problemáticos” ou geniosos e temperamentais, no entanto, na realidade possuem um grave distúrbio. É frequentemente confundido com depressão, transtorno afetivo bipolar ou portador de psicopatia, sendo considerado um dos mais complicados transtornos de personalidade, com grande dificuldade de diagnóstico e de tratamento.

O TPB é um grave distúrbio que afeta seriamente toda a vida da pessoa acometida causando prejuízos significativos tanto ao próprio indivíduo como as pessoas que se relacionam com ele.

Os sintomas aparecem durante a adolescência e se concretizam nos primeiros anos da fase adulta (em torno dos 20 anos) e persistem geralmente por toda a vida, com tendência a diminuição dos sintomas com o decorrer dos anos.. Aqueles que sofrem do transtorno de personalidade borderline são indivíduos que afastam aqueles de quem mais precisam e amam.Como os sintomas tornam-se perceptíveis principalmente na adolescência, a família desses indivíduos pode supor que a rebeldia, impulsividade, descontrole emocional e instabilidade da auto percepção e valores, são coisas típicas da idade, mas geralmente não fazem idéia que estão diante de um ente com um grave distúrbio e que sofre muito por ser assim.

As perturbações sofridas pelos portadores do TPB alcançam negativamente várias facetas psicossociais da vida, como as relações em ambientes de trabalho, na família, e na relação amorosa. Uma curiosidade, é que no convívio social, o indivíduo boderline é visto como “simpático e agradável”, comportamento totalmente diferente em relação as pessoas mais próximas e de convívio permanente. Para o paciente portador de TPB. não existe o ¨meio termo¨, é ¨oito ou oitenta¨ e se contrariadas ou se não conseguirem seuobjetivo, agem de forma agressiva e conflituosa.  Envolvimento com drogas, prostituição e tentativas de suicídio são  possíveis resultados indesejáveisse não houver os devidos cuidados e terapia. A psicoterapia nesses casos é indispensável e emergencial.

A maioria dos estudos indica uma infância traumática (diversas formas de abusos; separação ou ausência dos pais, ou a soma de ambos) como precursora do TPB, ainda que alguns pesquisadores apontem uma predisposição genética, além de disfunções no metabolismo cerebral.

Estima-se que 2% da população sofram deste transtorno, com acometimento bem maior entre o sexo feminino.

  • Categoria: Saúde
SAF520X231.jpg