Conexão Brasília

Karla FerreiraAUREO , Deputado Federal (PRTB/RJ), é vice-presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Vida, Contra a Legalização do Aborto e integra várias Comissões.

Estatuto da Família

A Câmara dos Deputados instalou uma Comissão Especial para discutir o Projeto de Lei 6583, de 2013, que trata sobre o Estatuto da Família. Fui indicado por meu Partido - o Solidariedade - para participar como membro de tal Comissão.

A verdadeira Justiça

Mandela passou 27 anos e 7 meses preso. Em 11 de fevereiro de 1990, o presidente sul-africano Frederik De Klerk mandou libertá-lo sem nenhuma concessão ao regime branco por parte de Mandela. Apenas por conta da pressão internacional.

Quando foi eleito, de forma democrática, como o primeiro presidente negro em 1994, todos pensaram que seria um governo de vingança, “da volta por cima”, dos oprimidos contra os opressores. Engano. Mandela conclamou o povo sul-africano, negros e brancos, a construir um país justo, fraterno e  sem ódio.

Não basta dar o peixe. Certamente as mulheres querem aprender a pescar

Aproveitando ainda as comemorações do Dia Internacional da Mulher, que na verdade se estende por todo o mês de março, quando reconhecemos de forma oficial ser a Mulher o principal esteio de nossa sociedade, lembramos que o dia 08 de Março foi escolhido, em 1975, pela Organização das Nações Unidas - ONU, através de um decreto, tendo como objetivo a reflexão da situação dessas em todo o mundo, e não para ser apenas mais uma data festiva.

“Que em um futuro próximo não tenhamos que lutar para que uma determinada parte de um mesmo povo tenha um Dia apenas para celebrar”

Qual a lição que devemos tirar do Dia da Consciência Negra comemorado no dia 20 de novembro? Afora ser um feriado em alguns Estados e muitos municípios, deveríamos nos debruçar sobre o tema e nos perguntarmos por que o Brasil, um país formado por, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE, de 2010, cinquenta por cento de negros e pardos ter que separar um dia para remeter-nos ao preconceito. A diferença não só de raça e cor, mas de acessos e oportunidades.

Globalização não traz igualdade social

Nos últimos anos percebemos que houve uma transformação surpreendente no nosso modo de vida. As implicações tecnológicas junto à sociedade contemporânea contribuíram em muito para elevar, digo, modificar a educação e o modo que vemos o mundo. A globalização força a sociedade a viver, mais do que nunca, sob o domínio das novas tecnologias. É claro que isso é bom. Ela vem para nos trazer conforto. Estamos cada vez mais dependentes de aparelhos eletrônicos, computadores e celulares. Com as novas tecnologias, a velocidade da informação e o processo de comunicação tornam-se cada vez mais comuns. É inegável a importância de acompanharmos a evolução tecnológica e a sua influência na complexa sociedade globalizada.

Sem investimento, não há paz!

Em 1993, no governo do presidente Álvaro Uribe, a Colômbia sofreu uma verdadeira revolução de pacificação. A taxa de homicídio na capital era de 80 por 100 mil habitantes. Medellínm, outra cidade violenta, teve uma redução, desde o início dos anos 90, de 360 homicídios por 100 mil habitantes para 39. O responsável por fazer a cidade de Bogotá, antigo sinônimo de violência, virar exemplo mundial em segurança pública, Hugo Acero esteve no Brasil em 2008 e nas palestras que proferiu, nas entrevistas que concedeu, sempre colocou com muita tranquilidade a receita que deveria ser seguida por cidades brasileiras como São Paulo e Rio de Janeiro.

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