Jornal Capital

BID pode emprestar até US$ 12 bilhões ao Brasil nos próximos quatro anos

O Brasil é o maior cliente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A participação representa 20% do total, o que torna o Brasil além de tomador de recursos, sócio com mais capital. O financiamento brasileiro representa um montante de US$ 13,3 bilhões. O valor contempla uma carteira de 226 projetos que estão em execução, preparação ou negociação. A expectativa é que o volume para os próximos quatro anos varie entre US$ 11 bilhões e 12 bilhões para os setores público e privado. Entre 2011 e 2014 a estimativa é que sejam aprovados de 80 a 100 novos empréstimos.

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Agência eleva classificação de risco do Brasil

A agência de classificação de risco Fitch Ratings elevou a classificação do Brasil a um nível acima do grau de investimento. É a primeira elevação desde maio de 2008, quando a Fitch reconheceu o país como grau de investimento. Quanto maior o rating de um país, melhor ele é sob o ponto de vista de atração de investimentos. De acordo com comunicado da Fitch, o upgrade reflete a avaliação da agência de que a taxa de crescimento potencial sustentável da economia brasileira aumentou entre 4% e 5%, suportando as perspectivas fiscais a médio prazo e o fortalecimento contínuo da liquidez externa do país, o que aumenta a capacidade de absorção de choque. Ainda segundo a agência, a transição para o governo de Dilma Rousseff foi suave e o consenso sobre políticas macroeconômicas responsáveis continua bem ancorado.

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Governo quer identificar gargalos na hora de exportar

foto: banco de imagensO Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior quer ampliar a participação de micro e pequenas empresas (MPE) no mercado internacional. Atualmente, cerca de 20 mil empresas exportam bens e serviços. Há ainda 10 mil que exportam mercadorias. Essa atuação no comércio exterior somou cerca de R$ 2 bilhões no ano passado. Para aumentar esse número, o órgão iniciou uma nova pesquisa para identificar os principais problemas enfrentados pelos empresários na hora de exportar bens e serviços. O levantamento, que vai até 30 de junho, pretende orientar as ações do governo na criação de políticas públicas que estimulem o aumento das exportações pelas MPE.

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Via Única agiliza registro de novas empresas em Caxias

Foto: Alberto ElloboAntes o morador de Duque de Caxias gastava até três dias para obter um registro de uma empresa, com a implantação do sistema de Via Única - procedimento que consiste em protocolar apenas uma via do ato a ser registrado, o tempo foi reduzido para até 24h. A medida da Secretaria de Desenvolvimento Econômico desburocratizou os serviços realizados pelos comerciantes, junto à delegacia da JUCERJA em Duque de Caxias, atraiu novas empresas. Em todo o estado, apenas os municípios Duque de Caxias, Nilópolis, Rio de Janeiro e São João de Meriti, contam com o sistema.

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Baixada vai abrigar fábrica austríaca

O anúncio da instalação da fábrica austríaca RHI, de tijolos refratários e argamassa, no Distrito Industrial de Queimados comprova o bom momento em que vive o município da Baixada Fluminense. Graças aos incentivos fiscais concedidos pelo estado e Prefeitura, 29 empresas estão em fase de implantação ou de construção, o que irá gerar mais de 10 mil empregos diretos e indiretos na região até o final de 2012. A construção da RHI começa na primeira quinzena de maio. A iniciativa vai gerar 900 vagas de empregos na fase de construção. Quando estiver operando, a previsão é produzir cem mil toneladas de tijolos, argamassa e mistura básica, criando 600 postos de trabalho.

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Dilma supera Lula e FHC em aprovação de início de governo

Foto: ABR/Fabio Rodrigues PozzebomO início do governo da presidenta Dilma Rousseff tem a melhor avaliação dos últimos 12 anos, quando a pesquisa CNI/Ibope começou a ser feita. Nos dados divulgados dia 1º, 56% das pessoas avaliam o governo Dilma em ótimo ou bom. O índice é superior à aprovação do início do primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) - que em 2003 era de 51% -, e do segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 1999. Na época o índice do tucano era de 41%. Entretanto, na avaliação quanto à aprovação do governo, Dilma aparece praticamente empatada com Lula, no primeiro mandato, em 2003. Dilma aparece com 73% de aprovação. Lula tinha 75% há oito anos. Mas no índice de confiança do governo, Dilma aparece atrás de Lula, com 74%. Lula tinha 80% no início de seu primeiro mandato.

 

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