Cardiopatias congênitas

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Cardiopatias congênitas (doenças cardíacas congênitas) são uma forma genérica de referir-se às anormalidades na estrutura física ou funcional do coração que se formam durante a gestação que, portanto, já estão presentes antes mesmo do nascimento. Costuma-se classificar também como cardiopatia congênita os defeitos das raízes dos grandes vasos sanguíneos que partem do coração. Esse defeito afeta cerca de uma em cada cem crianças, sendo uma das principais causas de óbito entre as malformações em recém-nascidos.

Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil nascem por ano cerca de 24 mil crianças com cardiopatias congênitas e 19 mil delas necessitam de tratamento cirúrgico.

Os sinais e sintomas de cardiopatia congênita variam muito, mas como quase todas alteram igualmente a circulação e a separação entre o sangue venoso e o arterial, há muitos sintomas comuns: cianose (pele azulada), falta de ar, pneumonia de repetição, tosse, suor frio, cansaço rápido, tonteiras ou desmaios, inchaço de tecidos ou órgãos, por disfunção do músculo cardíaco e modificações no formato do tórax.

Algumas cardiopatias congênitas podem gerar sintomas já ao nascer ou só mais tarde, na infância, ou mesmo só na idade adulta. Algumas cardiopatias congênitas podem, inclusive, nem gerar sintomas e passar despercebidas por toda a vida.